O TEÍSMO MEDIEVALTtulo: O TESMO MEDIEVAL Autor: XAVIER, MARIA LEONOR L. O. Editorial: ZEFIRO EDIOES Idioma: POR Curso: Encuadernacin: OTRO FORMATO LIBRO Nmero de pginas: 10 Ao de edicin: 2009 ISBN: 9789728958992 Sinopsis: UMA OBRA QUE ASSINALA O 7 E O 9 CENTENRIO DA MORTE DE DOIS DOS MAIS EMINENTES FILSOFOS MEDIEVAIS: Joo Duns Escoto (1308 2008) &Santo Anselmo (1109 2009) Assinalando duas efemrides muito prximas entre si o stimo centenrio da morte de Joo Duns Escoto
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Título:O TEÍSMO MEDIEVAL
Autor:XAVIER, MARIA LEONOR L. O.
Editorial:ZEFIRO EDIÇOES
Idioma:POR
Curso:
Encuadernación:OTRO FORMATO LIBRO
Número de páginas:10
Año de edición:2009
ISBN:9789728958992
Sinopsis:UMA OBRA QUE ASSINALA O 7º E O 9º CENTENÁRIO DA MORTE DE DOIS DOS MAIS EMINENTES FILÓSOFOS MEDIEVAIS: João Duns Escoto (1308 - 2008) &Santo Anselmo (1109 - 2009) Assinalando duas efemérides muito próximas entre si - o sétimo centenário da morte de João Duns Escoto em 2008 (1308-2008) e o nono centenário da morte de Santo Anselmo em 2009 (1109-2009) - cumpre-nos não deixar apagar-se a memória acerca de duas das mais eminentes referências da história da filosofia ocidental, que, sobrevivendo à passagem dos séculos, continuam a ser capazes de estimular a nossa auto-compreensão em contexto civilizacional. Este conjunto de estudos nada mais faz do que celebrar o vigor especulativo dos dois filósofos medievais nos nossos dias. Esse vigor manifesta-se especialmente no tratamento filosófico de um tema maior e estruturante da mundividência dos pensadores medievais, como era o tema de Deus. Com efeito, dentro de uma cultura cristianizada, como era a da Europa medieval, o teísmo quer de Anselmo quer de Duns Escoto não era um teísmo exclusivamente confessional ou somente devoto;era um teísmo que exigia auto-questionar-se, auto-compreender-se e auto-justificar-se. Um crente filósofo, outrora como agora, não pode ser só crente. Tanto o teísmo anselmiano quanto o escotista são teísmos filosóficos, que, sendo medievais, fazem ruborescer de ingenuidade muitas confissões teístas actuais e, correlativamente, ateístas. Os dois teísmos, não sendo singularmente o mesmo, são estruturalmente consonantes entre si. Nos dois pensadores teístas, o Doutor Magnífico e o Doutor Subtil, nós encontramos dois membros de uma mesma família de pensamento, que partilham remotas influências comuns e que continuam hoje a atrair seguidores e críticos, bem como, entre uns e outros, admiradores.